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Castelo de Paiva. Reviravolta à vista? Todos apostam na queda do PS


«As eleições estão muito divididas. As duas listas alternativas estragaram o puzzle bipartidário [entre PS e PSD]. Está tudo bastante imprevisível. Normalmente percebe-se, mas desta vez é arriscado dizer. É tudo muito atípico. Temos certeza: o que existe vai acabar, vai acabar a maioria de um partido», afirma Ricardo Jorge, candidato pelo movimento independente Um Concelho Para Todos (UCPT), antigo vereador e militante do PSD durante quase 20 anos [saiu do partido em março deste ano].

«O que se ouve mais dizer é que a eleição está dividida entre o nosso movimento e o PS. Conseguimos, e isso já é uma vitória, listas para tudo: câmara, assembleia municipal, juntas de freguesia, assembleias de freguesia. E temos aqui gente de todo o lado, desde pessoas ligadas ao PS, CDS, PSD: pessoas que se libertaram da prisão do partido». Foi isso que fez, libertar-se? «Não só, mas também [Ricardo Jorge foi a votos na comissão política da concelhia e não foi escolhido para candidato do PSD à câmara]. É que fui incentivado para estar disponível, mas no dia dessas eleições já sabia que ia perder. Desiludido? Não… porque os conheço a todos».

«O PSD sempre foi para mim um meio para melhorar a vida das pessoas, ter o concelho sempre à frente como objetivo, mas lá dentro, entre as quatro paredes das reuniões não é isso que acontece. Há dois discursos: um é o que dizem às pessoas, outro é o que se diz entre paredes», revela o candidato.

«Sabe o que afasta as pessoas da política? É isto que afasta as pessoas», considera.

Ricardo Jorge diz que «o que mais se ouve nas ruas são pessoas a dizer «que isto vai ter que mudar», é o que que as pessoas querem porque são sempre os mesmos. E isso é sintomático. Cada vez vez mais os partidos se fecham em duas ou três pessoas, não há espaço democrático dentro dos partidos. Isso é perfeitamente percetível, quase todos têm uma história na primeira pessoa sobre esta gestão politizada. Oiço muitas dizer:»Não interessa em quem vamos votar, mas tem que se mudar isto.»

Vítor Quintas, candidato pelo movimento Mudar para Melhor (MPM), atual presidente da Junta de Freguesia de Real e deputado na Assembleia Municipal eleito nas listas do PS desde 2013, recusa a ideia de que a sua lista seja «a equipa B do PS»: «O único movimento independente é o nosso. O outro veio do PSD. Temos independentes, militantes do PSD e também do PS. Aceitamos toda a gente, menos os extremos.»

«Não temos é gente que depois de ser presidente [referência a Paulo Teixeira, presidente da câmara de Castelo de Paiva entre 1997 e 2009, atual candidato pelo UCPT à presidência da Assembleia Municipal], se fez convidado nos concelhos aqui à volta, que por ser recusado se fez militante do CDS e foi para Marco de Canaveses, que depois de perder voltou a militante do PSD e que agora está num movimento supostamente independente. Um dia é-se do Porto, outro do Benfica, depois do Porto outra vez…», diz o candidato.



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